Loucura ou inovação?

Atualizado: Nov 4



“Se minhas loucuras tivessem explicações, não seriam loucuras.(Friedrich Nietzsche)”


Diversidade, incertezas, risco, informalidade, fronteiras ampliadas, abertura, virtualização, são termos recorrentes no mundo atual e assustam as grandes empresas e a economia mundial.

Na contramão e olhados com parcimônia, criatividade sem limites, inovação radical, tentativa e erro, entusiasmo exacerbado, vinham procurando seu espaço. Pareciam ser “Tecnologias Fantasmas” — "um território de pensamento marginal com alguns exemplos beirando a loucura".

E então, nessa efervescência caótica e disruptiva, surgem as “Startups”: Idéias que parecem malucas, coisas estranhas vinda de mentes idealistas e inquietas gerando inovações tecnologias disruptivas, capazes de uma significativa revolução social, econômica ou política e surpreendendo empresas líderes de mercado. Para os grandes nesse mercado, pesquisa em inovação exige muito esforço, então, o que não é lucrativo de imediato ou surge de uma incerteza, não atrai.


Mas os "loucos" não se deram por vencidos!. E as startups, inovadoras, criativas e leves, encontraram espaço. Nasceram sem amarras. Elas podem tentar, testar, errar e começar de novo através de processos de experimentação e com poucos recursos, sem medo do mercado, mas com muita atitude, muita criatividade e até mesmo, beirando a loucura.


Mostrada ao mercado em sua forma mais simples - o "pitch" - que é feito com pouquíssimo ou quase nada de recursos, uma boa idéia - ainda que pareça uma loucura - pode atingir um alto grau de impacto, atrair investidores e usuário e ganhar mercado muito mais rápido que um produto de uma grande empresa.


Os grandes feitos da humanidade que mudaram o mundo e contribuíram para melhorar a dignidade humana, só ocorreram porque seus idealizadores não se acomodaram, não aceitaram imposições, criticaram, lutaram, cometeram erros, mas mostraram acertos.


Assim se comportam a startups! Nascem sem a pretensão de ser a maior ou a melhor, e sem a certeza de que, o que estão fazendo vai ser absorvido pelo usuário e pelo mercado. Simplesmente fazem, sem medo de errar e consciente de que falha é uma opção. Afinal, o mercado vai dizer qual é o produto final adequado!



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